O que é Tesouro Direto?

Se você pensa em investir, é melhor saber exatamente o que é Tesouro Direto!

gráfico de ações

Você já ouviu falar em Tesouro Direto? Então, saiba que esse é um jeito fácil de investir em renda fixa, sendo uma alternativa bem mais vantajosa que a poupança.

Portanto, se você busca um investimento de baixo risco, diversidade de remunerações e bom rendimento, essa alternativa é, sem dúvidas, uma excelente pedida.

Contudo, para começar a fazer aplicações e aumentar seu patrimônio é preciso entender um pouco mais sobre esse programa de investimento. Então, veja!

Mas afinal, o que é Tesouro Direto?

Basicamente ele consiste em um programa de investimento ofertado pelo Governo Federal em parceria com BM&FBovespa.

Dessa maneira, com ele, você consegue fazer a compra de títulos da dívida federal, com risco baixo e rendimento maior do que a poupança.

Esses títulos podem ser pós-fixados, onde existe um juro fixo anual mais variação de um indexador, como é o caso do IPCA, ou prefixados, com o juro anual estabelecido antes da aplicação.

Aliás, existem dois termos bastante importantes quando se fala nesse tipo de investimento, especialmente pós-fixados, que são eles:

  1. IPCA – essa sigla significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que é considerado uma espécie de inflação oficial do Brasil. Portanto, ela é importante demais já que se refere a um investimento que só passa a apresentar rendimentos após superar a inflação. Logo, apenas quando uma aplicação se valoriza mais do que o IPCA é que o poder de compra cresce;
  2. Selic consistem nos juros básicos da economia, estabelecidos pelo Banco Central como uma forma de controlar o crédito e dominar a inflação ou até mesmo impulsionar a economia. Assim, a Selic interfere diretamente nos juros das aplicações de renda fixa e são seguidas pelo CDI, que é o principal indicador de rentabilidade desses títulos.

E como IPCA e SELIC interferem no Tesouro Direto?

Primeiro de tudo é necessário compreender que os títulos negociados são papéis da dívida do Governo Federal, que faz e emissão de títulos do Tesouro como uma forma de financiar as suas operações.

Por essa razão, é importante que você esteja ciente de que colocar dinheiro no Tesouro Direto significa que você está emprestando essa quantia para o governo.

Contudo, para emprestar dinheiro ao governo, ou para qualquer pessoa, você precisa ser recompensado, certo?

Então, no Tesouro Direto isso acontece por meio dos juros, que, como mencionados, podem ser prefixados ou pós-fixados.

Assim sendo, de forma prática, isso significa que você tem a opção de escolher dois tipos de títulos.

No caso dos prefixados, por exemplo, os juros anuais são estabelecidos antes do momento da compra. Logo, você sabe com exatidão quanto de dinheiro terá ao vencimento do papel. Pode ser de 7% ao ano, por exemplo.

Já os pós-fixados utilizam o indexador, ou seja, a Selic ou IPCA. Então, você não sabe exatamente quanto esse investimento vai lhe trazer de rendimento. Pode ser, por exemplo, a variação da Selic e um percentual a mais. À vista disso, em ambos os casos, o papel vai acompanhar a economia.

Qual risco desse investimento?

Ao contrário do LCA, LCI e CDB, o Tesouro Direto não conta com o selo do Fundo de Garantia de Crédito (FGC), uma organização que garante que aqueles investimentos de limite de R$ 250 mil.

No entanto, a segurança desse tipo de aplicação é muito grande. Afinal, apesar de não contar com esse fundo, esse é um investimento garantindo pelo próprio governo.

Por esse motivo, o Tesouro Direto pode estar na carteira de todos os tipos de investidores, desde os mais conservadores até aqueles mais arrojados.

Além dos mais diversos tipos de remuneração, os títulos ofertam vencimentos variáveis, de um mínimo de um ano até algumas décadas, por exemplo.

Caso precise resgatar os valores antes do vencimento, por exemplo, é possível negociar esses títulos a qualquer momento.

Isso porque, o Banco Central se compromete em fazer a compra de qualquer título antes do vencimento, com o pagamento feito em um dia útil. Porém, nas compras antecipadas, o valor do título pode sofrer variação.

Como investir no Tesouro Direto?

Agora que você já sabe o que é o Tesouro Direto é o momento de aprender a como investir nele.

Para isso, tudo que você precisa fazer é abrir uma conta em um banco de investimentos ou em uma corretora de valores.

É válido citar que você precisa ter cuidado ao escolher a corretora, visto que ela precisa ter solidez no mercado, um excelente histórico e taxas cobradas compatíveis.

Após a abertura da conta, você pode fazer as aplicações através do aplicativo da corretora escolhida ou no próprio sistema do Tesouro Direto mediante uma senha.

Dessa forma, é possível fazer operações de compra e venda, além de consulta de saldos e extratos, por exemplo.

Conclusão

O Tesouro Direto é um excelente investimento para aqueles que buscam segurança nas aplicações e rendimento acima da poupança.

Portanto, agora que você sabe o que é Tesouro Direto e entende tudo sobre ele, o que está esperando para começar a investir?