Inflação nas alturas: 9 produtos que estão mais caros

Veja aqui quais são os 9 produtos que aumentaram de preço devido a inflação e estão custando mais caro para as famílias brasileiras!

carrinho de supermercado verde ao fundo e na frente pilhas de moedas aumentando simbolizando a inflação nas alturas aumenta preços

A inflação está nas alturas e isso não é novidade para ninguém, não é mesmo? O problema é que quem sofre com isso é o consumidor brasileiro, principalmente o assalariado, que precisa dar conta de todas as despesas ganhando pouco.

E a situação no último mês é ainda pior, pois segundo um levantamento, a inflação nos preços para o mês de agosto foi a maior desde 2000.

Para lhe provar que alguns itens estão muito mais caros e pesando no bolso das famílias brasileiras, confira a seguir quais são os 9 produtos que mais tiveram alta!

1 – Etanol

Com a inflação nas alturas, o preço do etanol subiu em média 40,75% no acumulado do ano até o mês de agosto.

O motivo para que esse combustível tenha ficado tão caro está relacionado à safra da cana de açúcar, que foi fortemente impactada pela crise hídrica que o país enfrenta.

Inclusive, de acordo com projeções da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a tendência é que a safra seja 12% menor entre 2021 e 2022, ou seja, o preço do etanol assim como os derivados da cana vão continuar altos.

2 – Gasolina

O custo com deslocamento está mais caro para os brasileiros, seja quem utiliza carro próprio ou transporte público, que vem aumentando a tarifa dos usuários.

Isso está associado ao grande aumento do preço da gasolina, que entre janeiro e agosto deste ano já subiu 31,09%.

Os reajustes foram anunciados pela Petrobras e o principal motivo foi o aumento da cotação do dólar, já que o barril de petróleo é negociado no exterior.

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3- Açúcar refinado

Quem vai ao mercado toda semana sabe o quanto o preço do açúcar aumentou, não é mesmo?

Esse é um tipo de alimento fundamental no dia-a-dia dos brasileiros e que infelizmente está pesando bastante no orçamento.

De acordo com o levantamento, o preço do açúcar teve reajuste de 27,11% este ano, em decorrência principalmente da redução na safra de cana no país.

4 – Gás de cozinha

Outra despesa que tem abalado o bolso das famílias brasileiras é a compra do botijão de gás de cozinha, que somente este ano já teve aumento de 23,79% no preço.

O GLP também é um derivado do petróleo e por isso, o valor tem sofrido reajustes frequentes por parte da Petrobras, já que a cotação do dólar influencia diretamente no preço.

5 – Café moído

O café é um item indispensável no cotidiano dos brasileiros, ou seja, um produto que está na lista de 90% das famílias na hora das compras de mercado.

Contudo, o café também teve aumento de preço devido à inflação nas alturas, registrando uma alta de 17,72%.

Inclusive, é importante destacar que o Brasil teve a menor safra de café nos últimos anos, devido às condições climáticas nada favoráveis para a produção do grão.

6 – Frango em pedaços

Se o preço da carne bovina já estava de assustar, fazendo com que muitos brasileiros tivessem que cortar o item do cardápio, agora o preço do frango em pedaços também subiu bastante.

O item registra um aumento de 17,09% até agosto e é resultado da alta de vários insumos, tais como: soja e milho usados na ração; combustível usado para o transporte; energia elétrica que é fundamental para a criação das aves.

7 – Feijão mulatinho

Outro item da cesta básica que vem pesando no bolso das famílias brasileiras devido a inflação estar nas alturas é o feijão mulatinho.

O produto acumula alta de 13,49% até o mês de agosto, no qual a seca e o aumento no preço dos insumos, como fertilizantes, são os principais responsáveis pelo preço elevado.

8 – Acém

No geral, as carnes de origem bovina e suína têm ficado mais caras mesmo, mas em especial o preço do corte acém registrou aumento de 13,49% até agosto.

O motivo para o aumento no preço do acém é devido aos insumos relacionados, como a ração animal.

Esses são os produtos que mais tiveram aumento nos preços até o mês de agosto e com certeza se você é consumidor e vai ao mercado com frequência sabe o quanto essa alta no preço tem afetado o bolso, não é mesmo?

Mas, calma, pois os especialistas sugerem que para diminuir os custos mensais, o brasileiro tente economizar, trocar marcas e até mesmo pensar na substituição por outro produto semelhante, como no caso de trocar o feijão por lentilha, por exemplo.

Assim, embora não consigamos fugir da alta da inflação nos preços, conseguimos deixar a conta um pouco mais barata!