Bitcoin: tudo que você precisa saber sobre a principal criptomoeda

Veja o guia completo do Notícia Oficial sobre Bitcoin, com tudo que você precisa saber sobre essa criptomoeda

Guia completo sobre Bitcoin: o que é e como funciona essa criptomoeda

O Bitcoin é hoje a criptomoeda mais cara no mundo globalizado. Veio ao globo terrestre com status de interrogação e bastante mistério. Principalmente pelo dito fundador ou fundadores que até hoje é desconhecido.

Mas uma coisa é: legal, pode-se comprar e vender, existem corretoras de valores autorizadas para esse tipo de mercado e você poderá utilizar de programas digitais para fazer a “mineração” do cripto. Inclusive é necessário declarar também via imposto de renda pela sua alta rentabilidade. O “Leão” também gosta de criptomoedas.

No guia abaixo vamos responder algumas dúvidas aos inciantes e destacar que é preciso buscar conhecimento dentro desse mercado que ainda poucos utilizam, mas ganham dinheiro. Confira.

O que é Bitcoin?

Nascido lá em 2009 devido a crise nos bancos, o Bitcoin é uma moeda virtual aceita em grande parte do mundo moderno e digital. É também a moeda com mais valor dentre as existentes nesse tipo de mercado e também quando falamos das moedas em papel.

Ela é utilizada para compras e vendas de produtos e também para os serviços pela internet. Não existem exemplares em espécie. E atualmente é o ativo financeiro mais observado pelos pequenos, médios e grandes investidores.

Quem criou?

Por ter surgido somente em 2009, até hoje é um mistério sobre o seu autor. O que se sabe é que nasceu pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto.

Há quem diga ser apenas uma pessoa ou uma série de programadores que não quiseram revelar as suas respectivas identidades. Estamos em 2021 e teorias mirabolantes surgiram até hoje e nenhuma delas é comprobatória.

É seguro?

Os analistas do ramo destacam que é a moeda ideal para quem não deseja ficar preso aos modus operandi de certos governos e mercados.

E isso também não quer dizer que a moeda seja irregular. Muitos países aceitam o Bitcoin e o regularizam, inclusive o Brasil. Mas para tudo existem os riscos que podem oscilar conforme o mercado. Para isso, estude a compra e venda.

Como o Bitcoin funciona?

O Bitcoin funciona como um livro de registros digitais que é compartilhado com o público – denominado blockchain, e é por meio desse “livro” que ocorrem certas alterações que fazem as transações funcionarem. É bastante técnico a sua forma de funcionamento.

Para melhor entender, nos computadores existem esses ditos registros que ao estarem conectados a uma rede de internet resulta em transações.

E os dados podem estar em supermáquinas até numa simples convencional ao redor do planeta. Essas transações são de sistemas criptográficos de fácil acesso e quase zero de fraude.

O que é preciso saber antes de investir em Bitcoin?

Por ser algo “novo” em termos de mercado e ainda desconhecido para a ampla maioria das pessoas ao redor do mundo, o Bitcoin requer bastante leitura sobre o assunto e o mais importante: saber com quem falar sobre o tema para não cair em fraudes.

Atualmente no Brasil existem as operadoras/corretoras legalizadas de criptomoedas – termo esse usado para chamar as moedas digitais que existem pelo mundo.

O Bitcoin abriu as portas desse mercado que hoje conta também com outros modelos e valores.

Termos mais comuins no ‘mundo do Bitcoin’

  • Unidades: no sistema Bitcoin existem regras que visam medir por unidades devido a sua escassez. Ao todo 21 milhões de unidades são emitidas sem controle de entidades ou governos.
  • Blockchain: conhecido por livro de registros, essa rede é criptografada com dados imutáveis.As informações também são públicas.
  • Transações: as transações são feitas são formados por elos de códigos que unem-se a blocos e blocos de informação e a cada transação é gerado uma cópia para milhares de computadores do mundo o que torna a ação inviolável.
  • Carteiras: são carteiras criptografadas de cunho pessoal que visam manter registrado os bitcoins adquiridos por meio da compra via corretora.
  • Posse: como todo bem de grande valor é necessário fazer a declaração de imposto de renda e informar a posse desse bem que poderá ser caracterizado como “Outros bens e direitos” na sua guia de IR.
  • Oferta: por ser uma moeda “independente” não existe o controle de empresas, governos ou até mesmo os bancos/financeiras. Então somente na regra da oferta e procura que dita o mercado.
  • Mineração: no mundo dos Bitcoins existe o processo de mineração que coincide com uma rede de computadores que competem entre si visando solucionar uma equação matemática em menos de 10 minutos.
  • Taxa de transação: atualmente a taxa de transação no mercado caiu para US$ 7 quando comparado ao primeiro semestre que chegou a ficar em US$ 63 por transação. Essas taxas aumentam quando a demanda nas transações supera a oferta de mineração e caem quando a mesma oferta supera a demanda.
  • Fungibilidade: o Bitcoin é fungível, isso significa que eles precisam ter o mesmo valor com pouquíssimas variações nas corretoras. Basicamente é aquilo que é plausível de troca de mesmo valor. Exemplo: Se eu tenho uma nota de R$ 100 ela precisa ter o mesmo valor em qualquer lugar do mundo. É assim com os Bitcoins.

Quanto vale um bitcoin?

O Bitcoin existe desde 2009 e desde o início do segundo semestre possui o valor de US$ 31 mil por unidade e com a maior capitalização da última década, com mais de US$ 600 bilhões dentro deste mercado.

Esse valor poderá superar os US$ 50 mil ainda em 2021 e vai superar os US$ 2 trilhões até o final do ano. Ou seja, quem investiu cerca de quase R$ 10, lá em 2009, teria em 2021 algo em torno de mais de R$ 3 milhões, por exemplo. E esse número pode aumentar até o final do ano.

Porque o valor varia tanto?

A lei da oferta e demanda nos Bitcoins sempre fez bastante sentido para este mercado. O que demonstra na prática que quanto maior o preço desse ativo, maiores serão os incentivos para vendas.

Mais uma vez destacamos que 1 bitcoin é igual a 1 bitcoin. Portanto o seu ponto de venda é definido pelos vendedores e compradores que movimentam esse mercado global.

Como investir em Bitcoin?

Assim como tudo o que é ofertado no mercado, precisa-se existir confiabilidade e credibilidade se tratando de um nicho que grande parcela da população global ainda desconhece.

É notório que primeiramente deve-se buscar por leituras, vídeos, sites que sejam especialistas no assunto para não cair em golpes.

Feito isso, busque alternativas em fundos de criptomoedas e em especial sobre o Bitcoin em plataformas ligadas à CVM, à B3 e ao Banco Central (BC).

As corretoras autorizadas pelo BC também são uma boa pedida para os iniciantes. Busque por segurança, gestão profissional de quem conhece o ramo.

Como comprar bitcoin?

Seguindo a lógica do tópico acima, você pode procurar uma corretora legalizada no assunto que segue a mesma linha das existentes na bolsa de valores.

Basta ter uma conta, depositar valores em Real para se adquirir pequenas frações de Bitcoin. Outro ponto é procurar por fundos conhecidos no mercado ou via de pessoa para pessoa.

Qual o valor mínimo para investir em Bitcoin?

As frações de Bitcoin nas corretoras podem custar entre R$ 30 até R$ 50.

Como vender bitcoin?

A venda poderá ser feita via mercado, nas corretoras, por exemplo. Ou então de pessoa física para pessoa física por meio de sistemas de vendas próprios que contenham plataformas de transferência assim como as já utilizadas por bancos e financeiras.

Como ganhar bitcoin?

É bem multifuncional essa prática de ganhar Bitcoin. Poderá começar via transação segura online, utilizar do sistema Bitcoin Miner que fará a mineração no seu computador, certos sites ou aplicativos na internet também fazem distribuição de maneira gratuita ou lotérica virtual. Pesquise e avalie.

Como guardar bitcoin?

As suas criptomoedas poderão ser guardadas em plataformas digitais especializadas que guardam e protegem esses valores.

As conhecidas carteiras digitais também já atuam no recebimento de Bitcoins. Basta consultar.

O que é e como Mineirar Bitcoin?

A mineração física conta-se com máquinas e homens trabalhando numa mina real e lá está o todos almejam que são os minerais que após extraídos serão vendidos num mercado legalizado.

É a mesma coisa quando falamos criptomoedas que utilizam de programas próprios e que fazem uma “leitura” e “varredura” nos computadores em busca das mais diversas moedas digitais.

Taxas e impostos cobrados para investir em Bitcoin

Quando se investe em Bitcoin não quer dizer que o usuário não tenha que declarar ou pagar impostos.

As corretoras nacionais e legalizadas quando negociam valores aos seus clientes precisam declarar as movimentações feitas em suas agências por clientes caso o valor ultrapasse os R$ 30 mil mensais.

O mesmo vale ao investidor só que com valores acima aos R$ 35 mil/mês. A alíquota de imposto poderá ficar entre 15% a 22,5%.

É seguro investir em Bitcoin?

O mercado de criptomoedas, assim como os demais, são de risco. Hoje os valores podem ser interessantes aos compradores e amanhã pode mudar conforme a oferta e demanda.

Sobre o sistema de compras é legal, assim como minerar. A regra é sempre consultar o Banco Central (BC), procurar conhecer as agências/corretoras que estejam legais no mercado nacional para efetuar transações. Assim como realizar ações via P2P.

Vantagens e benefícios

  • Valorização
  • Zero burocracia
  • Aceitação global
  • Muita informação sobre o assunto (livros, artigos, vídeos e etc)
  • Menores taxas
  • Segurança
  • Baixo risco de inflação
  • Outros

Desvantagens e riscos

  • Risco de o mercado acabar
  • Poucos ainda tem acesso ou conhece
  • Zero reembolso
  • Volatilidade;
  • Zero estorno
  • Outros

Vale a pena investir em Bitcoin?

Sim, vale. É um mercado em ascensão que poderá render milhões aos clientes – tem rendido. A zero burocracia e a funcionalidade ou liberdade econômica não pautada por governos é um facilitador para os antigos e novos adeptos.

A dica é buscar conhecimento sobre esse mercado de maneira geral e colocar na ponta do lápis os investimentos que poderão ser feitos de maneira segura e pautada por lei.

No Brasil, ainda aguardado na Câmara e Senado, existe o projeto de Lei 2303/15 que estabelece algumas regras para a sua utilização e proteção contra fraudes.